Reflexões sobre esse conhecimento estranho e fascinante que faz com que, ainda hoje, 25 anos depois dos primeiros livros e primeiros mapas, eu me surpreenda quando encontro, em um mapa, o retrato simbólico exato de uma vida real.

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

É preciso dizer...

Vinte cinco anos de dúvidas, ceticismo e desconfianças taurinas ( meu ascendente ) não conseguiram vencer minhas observações. Hoje, eu me rendo e publico esse blog. A astrologia não é um conhecimento claro e preciso como querem alguns, nem passível de ser dissecado por metodologia científica, nem facilmente comprovável como uma maçã caindo na cabeça de Newton, e muito menos existe alguma teoria plausível capaz de explicar como seria possível a sua existência. Zombando, portanto, do racionalismo humano, ela existe, quer queiramos ou não. Talvez ela espere, pacientemente, que um dia nós possamos alcançar as leis misteriosas que a mantiveram viva através dos milênios. Até lá, ela continuará a ser ridicularizada, mal falada, mal usada e relegada ao "lixo de superstições da antiguidade" (como dizem alguns astrônomos). Para aqueles, no entanto, que a estudaram e conseguem um rápido vislumbre de sua beleza ela revela dimensões de um mundo de cuja compreensão alcançamos apenas rudimentos. São com esses rudimentos, com essas letras esparsas de uma língua desconhecida que os astrólogos trabalham e tentam descobrir como essa linguagem simbólica possa ser útil à vida das pessoas.   

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